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segunda-feira, 17 de junho de 2013

Irizar entregou milionésima unidade do i6

A fábrica da Irizar de Ormaiztegui, em Espanha, produziu mil unidades do modelo de autocarro i6, desde o lançamento em novembro de 2010 na FIAA – Feria Internacional del Autobús y del Autocar. O Irizar i6 está disponível tanto na versão integral como em carroçaria para todas as marcas de chassis do mercado, sendo proposto em diferentes configurações dos 10,7 aos 15 metros de comprimento, três larguras, dos 2,5 aos 2,6 metros, e três alturas, dos 3,5 aos 3,7 metros. O Irizar i6 está vocacionado para carreiras regulares e serviços ocasionais.

Além das mil unidades vendidas na Europa, a Irizar entregou mais 800 unidades no resto do mundo, uma vez que este modelo está em comercialização na Austrália, América Latina, incluindo Brasil, África do Sul e México.  Por Carlos Moura

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

CaetanoBus vai abrir fábrica de autocarros na China


A CaetanoBus vai abrir uma fábrica de autocarros na China em abril, cuja produção se destina ao mercado local, revelou Jorge Pinto, CEO da CaetanoBus, em entrevista à Transportes em Revista. «A empresa já está constituída, numa ‘joint-venture’ com um parceiro local’. A atividade de produção vai arrancar em abril e as vendas em junho», afirma. A nova fábrica irá produzir autocarros urbanos, autocarros escolares, veículos de aeroportos para transporte de tripulações. «Estamos em discussão sobre o autocarro de aeroporto propriamente dito, mas queremos sem ‘canibalizar’ o mercado que temos via Contract (Cobus, ndr)», adianta Jorge Pinto. 
Relativamente aos veículos de transporte escolar, aquele segmento está a crescer muito na China e o parceiro da CaetanoBus também identificou necessidades de veículos especiais. «Há muitas marcas a produzir autocarros na China, mas no respeita a veículos específicos para infraestruturas e especiais, a oferta é escassa. Essa foi a janela de oportunidade que surgiu», refere o CEO da CaetanoBus, adiantando que o «know-how no domínio da mobilidade elétrica também foi um contributo importante para a associação com o parceiro chinês». Segundo o responsável, o projeto de mobilidade elétrica abriu à empresa «perspetivas de projetos interessantes em países que começam a ser sensíveis a este tema. O primeiro caso é claramente a China que vai estar na vanguarda da mobilidade elétrica, mas também se começa a falar na América Latina e nalguns projetos específicos. Esse ‘know-how’ permitiu-nos abrir as portas para outros projetos – elétricos ou híbridos – que deverão ver a luz do dia em 2013». Por Carlos Moura